Parashat Noah
Por que uma arca? Por que Noah?
Para sobreviver a uma enchente, Noé precisava de um barco. Se dermos uma olhada rápida na descrição da Arca, perceberemos que todas as imagens nos livros infantis que representam a Arca estão incorretas. A Torá diz que a Arca tinha cerca de 300 côvados por 50 côvados, mais ou menos do tamanho de um campo de futebol.
Como dissemos antes, “o mundo foi criado para o bem”. Deus, que não quer nem precisa, criou o mundo para beneficiar os outros com a bondade dele. E o homem, que foi criado à imagem de Deus, deve ser bondoso para com os outros.
As ações do homem antes do Dilúvio – de ser tomador em vez de doador – eram a antítese disso. Portanto, para que o mundo continuasse, um supremo ato de bondade era necessário. Conseqüentemente, a pessoa que salvaria o mundo e seria a semente de um novo mundo após o Dilúvio deveria ser a personificação da generosidade e bondade, sem qualquer expectativa de recompensa. O homem que seria salvo do Dilúvio tinha que personificar essa qualidade.
A Torá apresenta Noé como um tzaddik, um indivíduo justo. Geralmente imaginamos um tsadic como uma pessoa austera e santa, mas, neste caso, somos apresentados a uma abordagem diferente. A justiça de Noé é baseada em sua preocupação e interesse por todas as criaturas, o que por sua vez aumenta sua proximidade com Deus.
Era parte do plano Divino de Noé assumir a responsabilidade pelo mundo. Portanto, em vez de salvar o mundo milagrosamente, Deus deu a Noé a oportunidade de participar da salvação: Noé encontrou um martelo e pregos e construiu a Arca.
A atitude generosa de Noé se manifestou em sua maior intensidade durante o ano que ele passou dentro da Arca: Noé foi responsável por alimentar e cuidar de cada uma das espécies, que era a população remanescente do mundo.
Noah levou a sério essa responsabilidade. Ele estudou os hábitos alimentares de diferentes pássaros para determinar que tipo de vermes cada um comia. E como as espécies comem em horários diferentes do dia, Noé e sua família trabalharam 24 horas por dia para fornecer comida para cada um dos animais no momento apropriado. Ele até trouxe cacos de vidro para alimentar os avestruzes, acostumados a triturar comida no estômago.
Noah mostrou-se à altura da situação e assumiu a responsabilidade por todos. E por este ato supremo de bondade, ele mereceu sobreviver e conduzir o mundo à sua renovação.






George Deek is an Arab-Israeli diplomat. In 2018, Deek was appointed Israeli ambassador to Azerbaijan. He is the first Israeli Arab Christian to become an ambassador. Deek grew up in an Eastern Orthodox Christian family in the Ajami neighborhood of Jaffa, in a building where the other tenants included Muslims, Catholics, Jews and a Catholic priest of Jewish ancestry.[2][3] His father, who worked as a tax advisor,[3] was one of the leaders of the Christian community in Jaffa who served as chairman of the Orthodox Association, and was considered a well-known and popular figure in the city until in 2015 a square was inaugurated in his memory in Jaffa in the presence of Mayor Ron Huldai.[4] According to Deek, his grandparents fled to Lebanon for safety when the 1947–1949 Palestine war, having been told that the Jews would slaughter them if they remained in their homes, but expecting to return home once Arab armies defeated the Jews.[3] According to Deek, when the war ended, his grandparents felt that they had been “deceived”, and decided to return illegally to their home in Jaffa rather than remaining in Lebanon as refugees. Since reentering the country was illegal, Deek’s grandfather, an electrician, was arrested and jailed.




















